Linfoma anaplásico de células grandes (BIA-ALCL) – associado aos implantes mamários

As mulheres com implantes mamários têm um risco pequeno de desenvolver linfoma anaplásico de grandes células (BIA-ALCL) associado a implantes mamários. Não é câncer de mama, é um tipo de linfoma não-Hodgkin (câncer do sistema imunológico) que é altamente curável se detectado precocemente.1,2 Esse tipo de linfoma leva de 8-10 anos para desenvolver.3 Na maioria dos casos (> 85%), a BIA-ALCL é encontrada ao redor do implante e os dados atuais sugerem que podem ser curados pela remoção do implante mamário.4

Muitos fatores podem contribuir para o desenvolvimento de BIA-ALCL, incluindo contaminação bacteriana, predisposição genética e a textura da superfície do implante. Literatura atual e evidências do mundo real, conclui que o risco de desenvolver BIA-ALCL difere entre diferentes dispositivos texturizados e tem se mostrado raro com os implantes mamários MENTORTM 5-11

Os implantes mamário MENTORTM têm uma baixa taxa de BIA-ALCL. A MENTORTM monitora de perto o desempenho clínico de nossos implantes mamários por meio de estudos clínicos, registros e atividades de vigilância pós-comercialização e continuamos a trabalhar com médicos, cientistas e autoridades de saúde para entender melhor os riscos e causas associados a esse tipo de linfoma. Em março de 2018, a Mentor começou a contribuir para um Fundo de Assistência ao Paciente BIA-ALCL para pacientes sem seguro saúde com diagnóstico de ALCL.

Saiba mais sobre o BIA-ALCL: FDAASPS y ASAPS

Doença do implante mamário 

Alguns pacientes com implantes mamários relatam uma variedade de sintomas que são popularmente conhecidos como “doença dos implantes mamários”.

Esse termo é utilizado para descrever sintomas que algumas pessoas acreditam estar associados aos implantes.

Até o momento, as evidências científicas disponíveis não confirmam que esses sintomas sejam causados pelos implantes mamários.

A MENTOR™ monitora ativamente a segurança dos implantes e continua acompanhando possíveis sintomas por meio de estudos clínicos. Estamos comprometidos com esses esforços e trabalhamos em parceria com agências regulatórias em todo o mundo, revisando dados de segurança de longo prazo e relatos reais, para compreender melhor qualquer possível conexão.